Exposição "A Dinâmica do Inconsciente".

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Coleção Giocondas

A Coleção "Giocondas" captura o enigma das feições humanas, em especial, o sorriso, tendo como elo de ligação, em cada pintura, a pose retratada no quadro “Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci.

Edição Limitada a 17 originais de cada obra, cada qual possui assinatura do Artista, acompanhado de Certificado de Autenticidade Hahnemuehle.

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Quadro: Katrina Gioconda
 

A Coleção Mitologia 

A Coleção "Mitologia" traduz em quadros a infinidade de símbolos do Inconsciente Coletivo, nos brindando com a versão do Artista das histórias, lendas e mitos que povoam o universo onírico da humanidade.

Edição Limitada a 17 originais de cada obra, cada qual possui assinatura do Artista, acompanhado de Certificado de Autenticidade Hahnemuehle.

Qualidade Museu de impressão  Fine Arte / Giclée  (museum standard for fine art), em canvas (tela 100% algodão)

As obras são confeccionadas dentro dos mais modernos padrões de qualidade, durabilidade e respeito ao meio ambiente:

Canvas fine art, 388 gramas, em tecido 100% algodão, anti-mofo e resinado

Pigmentos minerais da HP Látex, com certificação ecológica

Telas montadas em chassis de madeiras de reflorestamento, sem moldura externa.

 

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oleção I Ching

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I Ching é o livro milenar do qual deriva a tradicional sabedoria chinesa.

De origem desconhecida, escrito em código binário (a mesma linguagem dos computadores), vem sendo estudado e interpretado há milhares de anos, por inúmeros sábios orientais, desde reis lendários, até o conhecido mestre Confúcio.

Ao mesmo tempo que conta a história do mundo, desde seu surgimento, o livro apresenta 64 situações arquetípicas pelas quais todo ser humano passa em sua vida.

Cada uma destas situações é escrita na forma gráfica (traços contínuos ou interrompidos, agrupados em 6 linhas, alternado entre Yang e Yin, ou, “zero” e “um”, tal qual linguagem de computação) sobre as quais os estudiosos vem acrescentando comentários e interpretações, ao longo dos séculos, buscando traduzir a linguagem original.

Seja como leitura, ou instrumento de meditação e até divinatório, o I Ching é livro de consulta diária de grandes nomes, inclusive, do psicanalista Carl Gustav Jung.


        A Coleção "I Ching" traduz em imagens as situações arquetípicas de cada um de seus sessenta e quatro milenares hexagramas, implicando em uma sequência de quadros colecionáveis que serão produzidos durante muitos anos a seguir.

Salvador Dali e Daqui
Salvador Daqui e Dali

Faz muitas décadas, as revistas populares publicavam as chamadas FOTONOVELAS, onde as histórias eram contadas via textos entremeados por imagens. Este gênero perdurou dos anos 1950 a 1970, mantendo um enorme público cativo.

Aqui, prestando homenagem nostálgica e em mais um capítulo de minha proposta de Arte Efêmera, o desafio foi criar uma "crônica do absurdo", desenvolvendo a história a partir de recentes fotografias e, sem "apelar" para o Photoshop, reunir uma vasta gama de participantes famosos.

Divirtam-se !

Recentemente, fui convidado a integrar, com meus trabalhos fotográficos, o livro "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com lançamento no Salão do Livro de Paris, em março de 2016.

O tema que escolhi é o título deste Artigo, sendo que todos os fotógrafos participantes deverão pautar no ser humano e apresentar a edição em preto e branco.

Em meu projeto, o biotipo étnico de cada indivíduo, ainda que possa predominar em uma direção, jamais nega a miscigenação de nosso povo e nunca limitará em sua visão de mundo.

A orientação de vida de cada um transcende a própria tradição étnica ancestral. No Brasil, é comum caucasianos reverenciando o Candomblé, afrodescendentes praticantes de tai-chi-chuan, orientais atuando com xamanismo…

Selecionei um grupo padrão de nossa diversidade, composto por mulheres de representações étnicas distintas, para retratar a pluralidade de origens que compõem o povo brasileiro, especialmente, nas grandes metrópoles.

De profissões diversas, são modelos fotográficas, publicitárias, assistentes sociais e cantoras, suas imagens não as identificam como tais, pois vestem apenas o contraste entre a luz e sombra.

Desenvolvi os padrões gráficos baseados em tribais indígenas brasileiros (especialmente, artesanatos marajoaras…), africanos, orientais, célticos e, até mesmo, modernos grafites urbanos, os quais foram projetados (literalmente, via projetor…) tendo a pele como tela. Eventualmente, incluí pintura corporal, como reforço à proposta étnica.

Os grafismos tribais aplicados nem sempre coincidem com a origem étnica ancestral de cada modelo…

O propósito é ressaltar que a orientação filosófica de cada um segue os ditames do coração e que este não se prende a esteriótipos, transcendendo toda e qualquer expectativa corporalmente presumida.

 

Detalhes técnicos:

 

Arte Digital - Henrique Vieira Filho

Grafismos desenvolvidos via Corel Draw e Photoshop, tendo como base fotos reais, obtidas pelo mesmo autor. 
A imagem corporal de fotografada não passou por nenhuma intervenção quanto à forma, sendo respeitadas as medidas reais e peculiaridades.

Eventualmente, os grafismos projetados passaram por edição em Photoshop para melhor adaptar-se aos contornos da pele e realçar olhos e boca.

 

Fotografia: Henrique Vieira Filho

Câmera: Canon EOS 70D

Lente: EF-S18-135mm f/3.5-5.6 IS STM

Sem flash - Iluminação ambiente via LEDs de intensidade regulável

Distância focal: variando de 18 a 59 mm

Exposição: variando de 1/15 a 1/60 seg

Abertura: variando entre f/3.5 a f/5.0

Projetor multimídia: Epson Powerlite

 

Modelos:

Hanna, Amanda, Pam e Bianca

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Destaque - Quadros

Arte digital sobre fotografias de modelos reais - impressão padrão Fine Art

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